SUPAKITCH & KORALIE - VÄRLDSKULTUR MUSEET GÖTEBORG from elr°y on Vimeo.
sexta-feira, 16 de março de 2012
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Outro tempo
DESABAFO
> Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
> - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma >
vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
> A senhora pediu desculpas e disse:
> - Não havia essa onda verde no meu tempo.
> O empregado respondeu:
> - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração
não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
> - Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se
preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as > garrafas
de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja
mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e > esterilizadas antes
de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas
tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no
nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas
lojas e nos > escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o
nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois
> quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio
ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia
fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não
nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que
realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que
tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é
verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela
época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada
quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do
tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha,
tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas,
que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o
correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou
pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a
grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício
era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que
também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela
época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte,
quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet
que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas
vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de
jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina
ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em
suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um
serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um
quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E
nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas
de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então,
não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer
abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
> Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
> - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma >
vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
> A senhora pediu desculpas e disse:
> - Não havia essa onda verde no meu tempo.
> O empregado respondeu:
> - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração
não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
> - Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se
preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as > garrafas
de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja
mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e > esterilizadas antes
de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas
tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no
nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas
lojas e nos > escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o
nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois
> quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio
ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia
fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não
nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que
realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que
tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é
verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela
época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada
quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do
tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha,
tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas,
que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o
correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou
pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a
grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício
era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que
também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela
época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte,
quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet
que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas
vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de
jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina
ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em
suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um
serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um
quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E
nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas
de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então,
não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer
abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Com a palavra, Fayga. Pensando sobre cultura.
"Ao constatarmos a presença das diversas qualificações que se fundem no ato criativo, cabe diferenciá-las. O homem será um ser consciente e sensível em qualquer contexto cultural. Quer dizer, a consciência e a sensibilidade das pessoas fazem parte de sua herança biológica, são qualidades comportamentais inatas, ao passo que a cultura representa o desenvolvimento social do homem; configura as formas de convívio entre as pessoas. Na história humana - um caminho de crescente humanização, ainda que se questione, e com razão, a idéia de "progresso" linear - as culturas assumem formas variáveis que se alteram com bastante rapidez, incomparavelmente mais rápidas do que eventuais alterações biológicas no homem. As culturas se acumulam, se diversificam, se complexificam e se enriquecem. Ou então também, desenvolvem-se e, por motivos sociais, se extinguem ou são extintas. Até poder-se-ia dizer que as culturas não são herdadas, são antes transmitidas.
O que, porém, aqui nos importa frisar é o fato de a herança genérica, isto é, o potencial consciente e sensível de cada um, se realizar sempre e unicamente dentro de formas culturais. Não há, para o ser humano, um desenvolvimento biológico que possa ocorrer independente do cultural. O comportamento de cada ser humano se molda pelos padrões culturais, do grupo em que ele, indivíduo, nasce e cresce. Ainda vinculado aos mesmos padrões coletivos, ele se desenvolverá enquanto individualidade, com seu modo pessoal de agir, seus sonhos, suas aspirações e suas eventuais realizações.
Assim, ao abordarmos em seguida alguns aspectos do ser consciente-sensível-cultural, queremos deixar bem claro que o nosso enfoque continua sendo a cultura. Importa-nos mostrar como a cultura serve de referência a tudo o que o indivíduo é, faz, comunica, a elaboração de novas atitudes e novos comportamentos e, naturalmente, a toda possível criação."
"Segundo os conhecimentos atuais a respeito do passado, o homem surge na história como um ser cultural. Ao agir, ele age culturalmente, apoiado na cultura e dentro de uma cultura.
Procuramos definir aqui o que entendemos por cultura: são as formas materiais e espirituais com que os indivíduos de um grupo convivem, nas quais atuam e se comunicam e cuja experiência coletiva pode ser transmitida através de vias simbólicas para a geração seguinte. "
Criatividade e Processos de Criação
sábado, 27 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)
